Crónicas e opinião
Escrita com Norte: Quase que chegava atrasado
“Olho para o relógio. São nove horas e três minutos e pensei, “Devem chamar-me a seguir!”.
A mesma menina, mas por vezes outra, abria a porta e chamava sempre, ou por uma senhora ou por um José, que teimava em não ser Calheiros…e eu continuava à espera!”

Estava na fase entre o sono e o despertar, aquela que não sabemos se estamos a dormir acordados ou a sonhar que estamos despertos e apercebo-me de três barulhos: o miar dos meus gatos, o toque do despertador, que por norma me obrigam a sair da cama, mas o outro…
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