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Espetáculos

Já com 20000 pessoas na praia fluvial do Taboão o primeiro dia do festival de Paredes de Coura começou com a Escola do Rock, uma banda-projeto local composta por cerca de 40 jovens, que animou e pôs a dançar todos os que estavam no recinto tocando os clássicos das melhores memórias do festival.

Seguiu-se The Wedding Present que trouxe de Manchester um disco integral de rock, com boa parte do reportório mais velho do que a maioria dos campistas sendo uma bela viagem ao passado.

O recinto já estava cheio e expectante quando Adolfo Luxúria Canibal sobe ao palco e eletriza o público trazendo o seu disco Mutantes S.21., levando a uma viagem por várias cidades, terminando com o tema “Bófia”. Não, sem antes cantar os parabéns ao Festival de Paredes de Coura! Mão Morta sai do palco e entra Beak num registo de ritmos e propulsão tendo notando-se uma quebra depois da interpretação de Mão Morta.

Future Islands, uma das bandas muito esperadas da noite, sobe ao palco, e cumpre expectativas. A banda de Baltimore prendeu a plateia com o enérgico Herring que pôs o recinto todo a dançar e a cantar, abrindo caminho para a britânica Kate Tempest de 31 anos, poeta e rapper que num tom provocatório e vai lançando as palavras de língua afiada.

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