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Edição 654


O treinador garantiu que a direção está a “dar condições para que as coisas possam melhorar”.
Ao contrário de Nuno Valente, que apontou debilidades ao plantel de que dispunha, Quim Berto isenta os jogadores de quaisquer responsabilidades sobre o que for o futuro do clube: “A partir do momento que assumo o Trofense, a responsabilidade será sempre minha. Os jogadores vão perceber que os quero libertar, embora no futebol haja sempre a pressão dos resultados desportivos e eles têm de estar preparados”.
Se certo é que Quim Berto contará com mais opções no plantel do que Nuno Valente, graças à entrada de reforços como Luiz Alberto, antigo jogador do Trofense, também é certo que poderá ficar com uma lacuna no ataque, se se confirmar a saída de Carter para o Benfica. “Com a saída dele é natural que possa entrar mais um elemento, mas de qualquer forma não nos vamos apressar, porque quase todas as equipas andam à procura de bons jogadores, que não são muitos e os que há são muito caros. Temos de perceber que estamos a jogar no Campeonato de Portugal e o dinheiro não abunda”, sublinhou.
Quim Berto, que treinou o Vizela na época 2011/2012 e as equipas principal e B do Varzim, em 2015, traz consigo o treinador-adjunto Miguel Campos. O preparador físico Ricardo Soares e o treinador de guarda-redes Rui Costa mantêm-se nos cargos.
O Trofense ocupa o penúltimo lugar da Série B do Campeonato de Portugal, com 11 pontos, menos seis que a primeira equipa acima da linha de água. O próximo jogo é no domingo, pelas 15 horas, no reduto do Salgueiros.

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