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Thu, Oct
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Edição 634

Acontecendo o 25 de Abril de 1974 com as mudanças radicais na política lusa, passando a sociedade a viver numa democracia e os representantes da comunidade a serem eleitos por sufrágio direto, livre, universal e secreto.
Entre a Revolução dos Cravos e as primeiras eleições de dezembro de 1976, os órgãos administrativos locais foram administrados por comissões administrativas, sendo a maior parte desses órgãos ocupados pelo Partido Comunista e pelo Movimento Democrático Português pela razão de serem os únicos movimentos políticos organizados e estruturados antes da revolução.
O PS também existia, nasceu em 1973 na Alemanha, mas não tinha à temporada uma estrutura equiparada com os outros dois partidos referidos anteriormente e por esse motivo ficou praticamente arredado na fase inicial na gestão das Câmaras e Freguesias.
No mês de dezembro de 1976, concretamente a 12, os eleitores foram chamados a votar, mais uma vez, no espaço de dois anos, tinha havido várias eleições: Assembleia Constituinte, Assembleia Legislativa, Presidência da República e por fim as autárquicas.
Numa breve pesquisa, não foi possível encontrar os resultados com dados concretos, apenas o nome e o partido dos eleitos, necessário numa investigação mais profunda para conhecer esses números.
Na futura cidade da Trofa, constituída por duas freguesias, S. Martinho e Santiago de Bougado a vitória na primeira freguesia recaiu para Fernando de Sousa Marques, candidato do PSD, enquanto em Santiago foi José Gonçalves Moreira pelo CDS o eleito.
Na futura Vila do Coronado, na freguesia de S. Mamede o vencedor foi José Agostinho da Silva Azevedo pelo Partido Socialista e em S. Romão, Artur da Costa pelo movimento LEIR.
Resta referir os vencedores nas outras quatro freguesias do futuro concelho da Trofa. No Muro, José Ferreira de Azevedo pelo CDS; em Guidões, Óscar Ferreira da Silva Campos pelo PSD; em Alvarelhos, Jerónimo Torres Maia pelo PSD e por último Mário Moreira Dias em Covelas nas listas do PSD.
Numa análise rápida, possível verificar que houve disparidade nas forças vencedoras, metade das freguesias foram ganhas pelo PSD, CDS em duas e por fim para o Partido Socialista e Independente arrecadaram uma freguesia cada um.
Aguardando pelos próximos resultados das eleições a realizar em outubro para certamente ver a evolução de cada uma das nossas freguesias. O Voto é um dever! Cumpra!

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