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Edição 408



No sábado, o Clube Slotcar da Trofa recebeu uma prova da 1ª Divisão distrital de pool português.

 Cerca de 40 atletas de bilhar encheram as instalações do Clube Slotcar da Trofa para competir no 4º Open da 1ª Divisão distrital do Porto.

A maior parte dos jogadores não são da Trofa e já carregam um nome sonante na modalidade de pool português. A competição é da chancela da Federação Portuguesa de Bilhar (FPB), que reconhece as boas condições proporcionadas pela coletividade trofense.

O presidente da associação trofense, João Pedro Costa, considera mesmo que as instalações “são fantásticas” a “das melhores para praticar a modalidade, a nível nacional”. “A FPB reconhece ao proporcionar que o Clube Slotcar possa ser um dos locais de passagem das competições. Mas a isso também não está dissociado o esforço que o clube vai fazendo ao longo da época em ter duas equipas a participar na vertente coletiva, quer na modalidade de pool português, quer na mesa de nove pés, em que começamos a fazer alguma história no bilhar em Portugal”, referiu em entrevista ao NT e à TrofaTv.

A 1ª Divisão distrital, na qual competem quatro atletas do Clube Slotcar da Trofa, é composta por seis provas, cujos resultados visam o apuramento para o campeonato nacional. As subidas são feitas de acordo com as vagas disponíveis e, no caso do Porto, quatro atletas podem apurar-se para disputar o título nacional. “O Porto sempre foi considerado o distrito mais forte. Continuamente, a equipa campeã nacional tem sido sempre deste distrito”, afirmou Pedro Fortes, atleta do Clube Slotcar.



No sábado, o Clube Slotcar da Trofa recebeu uma prova da 1ª Divisão distrital de pool português.

 Cerca de 40 atletas de bilhar encheram as instalações do Clube Slotcar da Trofa para competir no 4º Open da 1ª Divisão distrital do Porto.

A maior parte dos jogadores não são da Trofa e já carregam um nome sonante na modalidade de pool português. A competição é da chancela da Federação Portuguesa de Bilhar (FPB), que reconhece as boas condições proporcionadas pela coletividade trofense.

O presidente da associação trofense, João Pedro Costa, considera mesmo que as instalações “são fantásticas” a “das melhores para praticar a modalidade, a nível nacional”. “A FPB reconhece ao proporcionar que o Clube Slotcar possa ser um dos locais de passagem das competições. Mas a isso também não está dissociado o esforço que o clube vai fazendo ao longo da época em ter duas equipas a participar na vertente coletiva, quer na modalidade de pool português, quer na mesa de nove pés, em que começamos a fazer alguma história no bilhar em Portugal”, referiu em entrevista ao NT e à TrofaTv.

A 1ª Divisão distrital, na qual competem quatro atletas do Clube Slotcar da Trofa, é composta por seis provas, cujos resultados visam o apuramento para o campeonato nacional. As subidas são feitas de acordo com as vagas disponíveis e, no caso do Porto, quatro atletas podem apurar-se para disputar o título nacional. “O Porto sempre foi considerado o distrito mais forte. Continuamente, a equipa campeã nacional tem sido sempre deste distrito”, afirmou Pedro Fortes, atleta do Clube Slotcar.

A nível coletivo, a coletividade da Trofa tem uma equipa a participar na 2ª Divisão distrital na modalidade de pool português, assim como no campeonato de pool, chamado bilhar de nove pés.

“Estamos no bom caminho. O nosso grande objetivo é subir à 1ª Divisão. O grupo reforçou-se e está bem classificado. No entanto, antevemos uma luta renhida, pois só sobe um clube. Vai ser uma luta muito grande”, frisou.

No espaço de uma semana, o Clube Slotcar da Trofa foi capaz de organizar três grandes eventos desportivos com as modalidades que ajuda a promover: 24 horas de slotcar, lan party (videojogos) e o 4º Open da 1ª Divisão distrital de bilhar. Pelo trabalho desenvolvido, João Pedro Costa revela algum desalento quanto ao futuro e critica a falta de apoio camarário: “A determinada altura, apetece-nos questionar se o Clube Slotcar interessa à Trofa e se é ou não é apoiado, até para a continuidade destes dirigentes, que de vez em quando vão assumindo algum cansaço e que gostavam de ver feedback por parte dos responsáveis dos órgãos executivos, sobretudo da Câmara Municipal, que de uma vez por todas se devem clarificar e saber quais são as estruturas já existentes no concelho que devem ser aproveitadas ou reaproveitadas. O clube está numa situação em que ou vai passar para outros níveis ou será algo que a Trofa terá muita dificuldade em segurar, fruto da atual conjuntura”.

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